Quem somos

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História

Os primeiros Engenheiros Sem Fronteiras surgiram na França nos anos 80. A ideia se espalhou e, nos anos 90, surgiram na Espanha e Itália. No final dos 90, o Canadá também criou o seu grupo, que logo auxiliou na criação de um no Reino Unido.

O movimento cresceu e surgiu em vários outros países, como Argentina, Alemanha e Suécia. Fazendo-se necessária a criação de uma rede unificadora, surgiu, então, o EWB-International, uma organização com o intuito de estimular a troca de ideias entre as diversas instituições e conectar os profissionais para contribuir com a criação de uma nova geração de engenheiros, mais preocupada com as causas sociais e mais atuante no cenário mundial.

Há, atualmente, mais de 60 grupos nos mais diversos países do mundo: Jordânia, Iraque, Gana, Burundi, Camboja, Uganda e até Serra Leoa, um dos países mais pobres do mundo.

No Brasil, a organização é recente mas já é atuante. Atualmente conta com 35 núcleos, espalhados em 10 estados e somando quase 800 membros. A sede nacional dos ESF-Brasil localiza-se em Viçosa, Minas Gerais.


Nossa identidade

Ser um engenheiro sem fronteiras é acreditar na importância da engenharia para a transformação social e se posicionar no papel de agente dessa transformação.

Somos uma organização internacional com organizações irmãs e parceiras por todo o globo. Somos independentes, não somos associados a qualquer partido ou estado, e desenvolvemos projetos baseados em engenharia com finalidade social.

Nosso objetivo é a melhoria da qualidade de vida das comunidades e indivíduos em situação de necessidade, contribuindo para que as metas do milênio da ONU e as recentes metas globais para o desenvolvimento sustentável  sejam alcançadas. E para isso desenvolvemos projetos em construção civil, saneamento, agricultura, energia, infraestrutura, empoderamento econômico e inclusive educação.

Acreditamos na importância do envolvimento comunitário, do diálogo e da cooperação. Os projetos são desenvolvidos e executados por voluntários locais, que se envolvem pessoalmente com os membros da comunidade, escutam suas necessidades e estabelecem parcerias e amizades. O que em inglês é chamado de “grassroot”.  E nisso talvez sejamos uma organização um pouco diferente das outras.